quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Untitled.

Sem imagens, sem textos em terceira pessoa, VAMOS BAGUNÇAR! -wow  Tipo, meu novo trampo tá me deixando preta de ficar no sol -camarãobrancotostadonoasfaltoLOL'^' mas até anda me ensinando bastante coisa. O post abaixo, por exemplo, foi lá que descobri. Cara, eu reclamando de tar ralando nesse sol quente do cão enquanto tem gente com problemas piores, sabe? Pessoas que não ligam com sol porque tem problemas piores em casa, quando chegar do trabalho. Tem gente que não é como eu, que chega, corre pro banheiro e vai ver novela /VIVAASNOVELAS! \a/ . Tem gente que rala, limpando casa, fazendo janta (isso ás vezes eu sou obrigada a fazer) e nem ve novela, muito menos faz tarefa ou estuda pra prova. MAAANO, TEM NOÇÃO DO QUE É FICAR SEM NOVELA? Eu sei, novela é perdição, perda de tempo, pra pessoas que não tem o que fazer... Mas eu gosto! Gosto de ver como o povo escreve as coisas, como é a naturalidade de alguns atores quando estão em uma cena bem tensa. Gosto de ver o roteiro, sabe, tudo. Acho que eu deveria escrever um livro, uma novela, ou algo assim. xD  OKAAY, voltando... A maldita Area Azul tá me fazendo ver um lado diferente da vida. Ando dando mais valor as coisas, observando mais, sei lá. As cores, o vento, o tempo, as pessoas quando estão felizes, tristes. Crianças brincando, idosos sorrindo pra tudo. Aquela pausa que dá em todos os momentos, todas a horas. Aquele terço de segundo.
Ainda vou comprar uma máquina fotográfica profissional e vou sair tirando fotos do mundo. Quero gravar isso, deixar registrado cada momento. Agradeço a todos os amigos que fiz lá no trampo, são amizades verdadeiras e bem malucas, mas que fazem a diferença. O que tem torrar no sol um pouquinho? HAM HAM ? Bom que fica bronzeada. 8DD~

Quanto ao meu coração?
Ele tá mais perdido que filho de puta em dia dos pais!
Dividido em não sei quantos pedaços, apertado e sem rumo. Não quer sofrer e nem fazer os outros sofrerem, mas também não sabe o que quer. :@
Enfim, beijos e beijos.
SAYOONARAA SOLITIAAA [88] *surto pos-post*

Procura-se a alma de uma garota...

... que já sofreu o bastante por uma vida.

Já com os seus 14 anos parece ter vivido pouco mais de 40. Seu pensamento firme, sua agilidade e sua forma iscontraída de levar tudo que passa, com medo e com muita dor no coração; mas sempre adiante, e ajudando aqueles a sua volta - e que também precisam dela.
Na sua idade, eu não tinha tantos problemas. Tive uma infância feliz, com meus pais e meu irmão ao meu lado.Sempre me esforcei, sempre tive notas boas e um pensamento mais "elevado", digamos assim.
Ela não.
Desde o começo, havia problemas com os pais. Seu pai de verdade não conheceu, sua mãe se drogava e não ligava tanto assim. Seu padrasto? Maltrata sua mãe frequentemente. Os irmãos dela choram, rezam pra que nada aconteça de grave.Enfrentam o padrasto com unhas e dentes, encontram forças até onde não poderia ter, mas tem.
A mãe se cansa de uma vida assim, resolve fugir. Tentar um novo começo.Sai com desconhecido, e é pega com tantas gramas de cocaína.
Eu não havia mensionado, mas os pais usavam drogas.Seu padrasto era traficante, e o que saiu com a mãe também.As crianças ? Estão com a vó, a tia e o padrasto. A vó que as odeiam - e preferia que elas nao tivessem nascido, a tia que sempre ajuda e as salvam, uma "fada-madrinha", talvez. O padrasto, que se pudesse matava os filhos quando chega em casa,  com um tanto de droga no cérebro.

Moral da história ?
Aprendi que se você tem problemas, pense bem. Tem gente com problemas bem piores que você e tão aí, vivendo, procurando um caminho certo, mas nunca perdendo sua gentileza.

sábado, 11 de setembro de 2010

Tempo.

Se o tempo me permitisse, eu faria muita coisa. Uma delas seria me dedicar a música, que sempre esteve presente em minha casa e minha família. Também me dedicaria aos estudos, porque depois que meu trabalho aumentou, minhas notas abaixaram, juntamente com o meu animo e a minha vontade de pegar em um livro e estudar. Talvez eu passaria mais tempo pensando em  uma forma diferente de viver: não sair arriscando, me sentindo estranha toda vez que tentasse.
Eu queria ficar a tarde atoa, limpando casa, ouvindo música e pensando na vida.
Queria viver sema pressa, mas como eu conseguiria se nem o tempo consegue? Tempo se resume em pressa, pressa se resume em correria e correria se resume em 'inimiga a perfeição'. Não sei como pois a perfeição talvez não exista, e se existe, talvez em outro mundo ou apenas em coisas materiais.
Ultimamente dormir e não acordar tem sido um breve desejo. Talvez eu não queira enfrentar os problemas - ou eles que não tão afim de me enfrentar assim tão cedo. Não quero que as pessoas se dividam por mim, ou se separem. Se encomodo eu me afasto, e creio que isso é o certo a fazer. Talvez eu deva correratrás, mas não sei se conseguiria me ferrar e me levantar em seguida.
Eu só queria tempo.
Tempo pra cantar e mostrar pra todo mundo que o amanhã é incerto, que não temos um futuro.Temos um passado e um presente qu edeve ser vivido, como se fosse o primeiro e ultimo.
Aquele ultimo adeus pra todos os sorrisos em falso.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

A menina que roubava corações.

Ela era linda, de baixa estatura, mas uma beleza sem igual. Seus cabelos imitavam um tom castanho-amarelado, ondulados e escorridos pelos ombros como seda. Sua pele branca destacava com firmeza seus olhos castanho-escuros e sua boca avermelhada. Pela sua idade e talvez pela complexidade de seus pensamentos, sua estatura chamava a atenção. Sua aparência, era, sem duvidas, de uma garota com pouco menos de 12 anos. Mas a data de seu re-nascimento condenava - era 16 anos e 8 meses, próximo aos seus 17. Sendo a mais velha das amigas e da turma, a mais baixa e talvez até a mais sorridente, vivia se olhando no espelho. Para ela, sempre havia uma falha pra que sua perfeição não fosse encontrada - perfeição essa que somente os de fora conseguiam ver, ela mesma não enxergava nada disso, e sim o contrário - , espinhas, estas pequenas - e talvez somente algumas na testa e nas costas, sobrancelha e uma boca indiferente do resto do corpo. Desejava ter olhos claros, pensando que assim teria uma beleza maior, mas não enxergava seu interior. Era nele que os outros se apaixonavam. Claro que suas curvas ajudavam, com um corpo praticamente perfeito e sem as marcas que todas as mulheres odiavam. Mas mesmo assim, seu interior era diferente.Ela via beleza em cada momento da vida, menos nela mesma.
Isso, com um tempo, ela passou a valorizar, mas não adiantou de muito esforço.O que passou a incomoda-la foi o fato de não se ver em outra pessoa, mas as pessoas se vêem nela. Com seu jeito meigo e sorridente a todos que ao lado dela passava, todos talvez se encantavam com isso. Mas ela não fazia o mesmo.
Começou um relacionamento sério com alguém aos 14 anos, durando um ano. Motivo da separação? Sentia seu sentimento indiferente do parceiro. Ele a amava muito, e ela? Não tanto assim. Com isso, achou melhor a separação, mas viu logo que foi pior. Ele viu que não conseguiria viver sem ela, se fechou pro mundo, e pensava até mesmo em ir embora da pacata cidade em que morava pra não ver mais aquele amor que o deixara sem seu próprio querer. Com isso, ela sofria. Não por ela, mas por ele. Como ela poderia ser tão fria a ponto de deixar isso acontecer? Na sua opinião, ela estava errada por ter levado isso tão longe.
Tempos se passaram, e ela foi se envolvendo novamente - e sofrendo pelos outros novamente. Ela conseguia com tanta facilidade o coração dos outros, enquanto eles lutavam para conseguir o dela. Mas não imaginava que um dia as coisas seriam ao contrário, e ela seria quem lutaria pelo coração de alguém. Com a sedução, seu jeito meigo, maluco e único de ser, ela talvez pensava ter conseguido, mas o viu jogando o famoso jogo o amor, com provocações e olhares. Ela caía algumas vezes, talvez não sendo tantas por saber jogar, por fazer os dois papéis - de caça e caçador. Em sua ultima empreitada, até agora, vários lutadores estão deitados pelo chão, alguns sangrando, outros mortos, alguns poucos com leve ferimentos, e ela parada ao meio de todos, olhando um lutador - ou não - ao longe, sem ferimentos, montando em uma égua, desejando de todas as maneiras aquela menina. Seus olhos se encontravam, as mãos suavam e o corpo estremecia; o desejo era tão grande... Mas talvez ela não dava espaço pra ele passar, talvez ele não queria ser um dos lutadores ao chão.