Oe pessoas felizes , *-* Peço desculpas por ter sumido por tanto tempo, mas é que realmente me esqueci de que tinha um blog me esperando. -q
Resolvi mudar o título e tudo, pra ficar mais acessível a todos. Sei lá "Its happy line" ficava foda pra procurarem. Creio que "just seventeen" seja mais fácil pra vocês. Resolvi mudar layout e tudo, até que eu aprenda realmente a muda-lo de um jeito que eu goste mesmo.
A razão do novo título é a minha volta e também o meu aniversário. \a/ Dia 20/11 farei 17 anos!
Apesar de ter 1.54 , eu ainda faço aniversário e fico mais velha. u_ú Enfim, obrigada a quem nunca esqueceu isso daqui. Beijos a todos. 8D~
domingo, 31 de outubro de 2010
just seventeen.
Dezessete anos.Ela sempre foi uma garota anormal, ou quase. Se a moda fosse A e B, ela inventaria o C, e com a ajuda de mais alguém viriam o D e o E, e assim seriam chamadas de 'pessoas esquisitas'. Talvez, em um mundo como esse em que vivemos hoje, seríamos chamadas de 'pessoas na moda'.
A dezessete anos atrás, você nem mesmo sonhava em nascer. Alias, você nem mesmo sabia o que era sonhar. A dezesseis anos atrás, você provavelmente caiu, se machucou, e chorou uma tarde inteira fazendo com que sua mãe pirasse e teu pai pensasse que era só uma dorzinha de barriga normal.Um ano depois você ficava em um andador e saía desfilando pela casa se achando a mais nova top model da vez, e então certo dia aprendeu a andar, mas caiu três metros após.
Quando fez seus cinco anos, já foi pra escola. Naturalmente, você desenhava algo como rabiscos coloridos em formas diferentes, ao que chamavam de papai e mamãe e o cachorro.
Você foi crescendo, e vendo que poderia criar amigos fortes, e também se quebrar com eles. Com seus dez anos, você se via em um colégio estadual, sendo elogiada pelos professores. Ou talvez se via um pouco longe, com uma vida menos cheia de livros e com mais tv e amigas pra falar daquele gatinho loiro do quinto ano. Com seus quatorze anos, você deu seu primeiro beijo, se viu com um namorado não lá muito lindo. Mas pra sua vida, no seu interior, ser amada e ter alguém pra contar era tudo, não importava beleza. Com seus quinze anos, você percebe quantas besteiras fez, quanta coisa passou até você ver como namorar é difícil, como se privar de certas coisas é tenso e como seu namorado era realmente feio, mas te fazia a mulher mais feliz do mundo. Com essa mesma idade, todos já não te chamam mais de menininha, e sim de mocinha. Até mesmo sua mãe, com 'a mocinha da mamãe'. Você passa a ficar mais falante, mais carente, e já não sente mais cócegas. Sua vida muda totalmente, seus casos e amassos ficam mais sérios e você passa a entender realmente o que era amor. Aos dezesseis, você vê o passado e se arrepende daquilo que não fez, e tenta arrumar aquilo que ficou pra trás, mas nunca esquecendo do seu presente. Passa a ver as cores de um jeito diferente, o amor e a vida, o nascimento e a morte como algo natural, mas medonho, sem uma fácil explicação. Tudo se torna complexo, talvez. Aos dezessete, sua vida deve mudar também, não é? Como é seu aniversário, você deseja que todos estejam lá, que tenha muita música e muita comida, muitas gente bonita e seu namorado lá, de braços abertos, até sem presente, mas pronto pra dizer que você seja feliz, mesmo que não seja ao lado dele. Sua mãe e seu pai, orgulhosos daquilo que você se tornou: daquela MULHER, que se protege e tenta fazer o mesmo com todos que são importantes, mesmo que aquilo se exija certo esforço. Talvez isso seja aquilo que a mamãe sempre falava: amadurecer.
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